- Encontrada na 2ª Era, em 4.600 a. R.
Forjada pela antiga raça vampírica de Vel’tahr, Sangrakt é uma das armas mais temidas deixadas em Héphyris. Ela foi encontrada na Fortaleza Vaellamyr, em Khalaraghar, entre relíquias sangrentas que os vampiros abandonaram na fuga desesperada quando foram finalmente esmagados pelas forças hepheryanas unificadas.Ao lado dela estavam o Cetro de Hematórian, o arco Sangrís e tomos proibidos de magia sanguínea — incluindo o infame Sangrímoro.
Lâmina:
- Comprimento: 90 cm
- Curvatura: curva suave contínua, inspirada em sabres antigos, favorecendo cortes longos e drenagem eficiente
- Largura na base: 5,8 cm
- Largura próxima à ponta: 3,6 cm
- Espessura na base: 5 mm, afinando progressivamente até 2 mm
- Perfil: dupla lâmina, com canal central escurecido (fuller ritual)
- Ponta: alongada e recurvada, ideal para cortes rasgantes e estocadas oblíquas
Material da lâmina: Liga vampírica ancestral (metal negro tratado com rituais de sangue)
Propriedade: absorção sanguínea ativa por contato letal ou ferimentos profundos
Orbe Sanguíneo:
- Localização: entre o cabo e a lâmina
- Diâmetro: 4,5 cm
- Material: cristal sanguíneo translúcido
- Função: armazenamento, pulsação vital, ativação das técnicas
- Comportamento: consome o sangue armazenado caso não seja liberado em combate
Cabo:
- Comprimento: 23 cm
- Uso confortável com uma ou duas mãos
- Revestimento: couro ritual tratado em sangue
- Guarda: curta e levemente recurvada para frente
Peso:
-
1,75 kg (equilíbrio avançado, centro de massa próximo ao orbe)
Estilo de combate:
- Cortes contínuos, fluidos e predatórios
- Extremamente eficiente contra múltiplos alvos
- Favorece usuários com resistência física e controle espiritual
Quando Sangrakt corta ou finaliza um inimigo, o sangue da vítima não escorre:
ele vaporiza pelos ferimentos, se desfazendo em poeira carmesim no ar, uma névoa densa que se contorce como um enxame vivo. Esse plasma sanguíneo é imediatamente puxado para dentro da lâmina e canalizado para o orbe de cristal incrustado entre o cabo e a lâmina, que se enche cada vez mais a cada vítima.
O orbe funciona como um coração artificial que alimenta a arma, mantém a vitalidade do usuário e a prepara para uma das técnicas mais cruéis já vistas, a Devoração Carmesim seguida do Sopro Cremal.
Mas há uma regra implacável:
se Sangrakt não for usada logo após ser carregada, ou até mesmo com meia carga, o sangue armazenado é consumido pela própria arma, que “se alimenta” dele para permanecer resistente e com aspecto renovado.
A Liberação — DEVORAÇÃO CARMESIM
Quando o orbe atinge a capacidade máxima, Sangrakt exige ser liberada.
O ar se distorce ao redor, criando ondas de calor e estática, e um som abafado de batimentos surge dentro do orbe.
Ao mirar para um alvo ou uma fileira inteira de inimigos, basta o comando mental.
Então Sangrakt dispara sua técnica absoluta:
Uma onda de choque carmesim, silenciosa no primeiro instante e devastadora no segundo, rasga o ar em linha reta.
Todos que forem atingidos ficam presos por uma gravidade invertida:
o sangue sai por todos os poros ao mesmo tempo.
Em fios vermelhos brilhantes, em poeira viva, em névoa espessa — tudo é arrancado e puxado de volta para a lâmina.
As vítimas secam em segundos, virando cascas ocas, pele esturricada grudada nos ossos, até caírem como pergaminho queimado no chão.
Quando tudo termina, o orbe está novamente cheio do sangue resultante da Devoração Carmesim.
O Resultado Inevitable — SOPRO CREMAL
Logo depois de absorver essa quantidade massiva de sangue, Sangrakt expulsa o excesso por conta própria — um mecanismo instintivo da arma que ocorre mesmo sem autorização do usuário.
Ela libera uma segunda onda de choque, desta vez abrasadora, um surto intenso de calor vermelho-vivo que explode a partir da lâmina.
Essa expansão incinerante varre tudo ao redor, poupando apenas o portador.
Os corpos ressecados pela técnica anterior — pele colada aos ossos — são reduzidos a cinzas instantaneamente, virando poeira negra que o vento leva.
O que estiver por perto também sofre fortes queimaduras como consequência.
Perfis Aptos ao uso:
-
Vampiro Legítimo (extintos em Héphyris) – uso completo, sem restrições, compatibilidade natural.
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Contaminado Controlado – infectados que dominam a fome e a metamorfose; conseguem manter uso contínuo com risco moderado.
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Afinidade Espiritual Sanguínea – indivíduos com herança ou treinamento ritual de magia de sangue; uso estável, porém exige disciplina.
-
Mortal Compatível (raríssimo) – tolerância mínima; uso curto antes da drenagem fatal.
Mecânica Central
Esta arma opera por troca de vitalidade: fortalecem o portador enquanto consomem parte da energia dele. Se não forem alimentadas em combate, drenam o usuário para se manter. Quanto maior a compatibilidade sanguínea, maior o controle e menor o desgaste. Mortais são os mais vulneráveis; vampiros legítimos eram os únicos totalmente seguros.
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