terça-feira, 2 de dezembro de 2025

Djinns, os elementais 🔥💧

- Origem na formação até o final da 1ª Era...

Os Djinns foram os primeiros seres a existir em Héphyris, surgidos depois que a Colossal Celestial — o corpo primordial que formou o planeta — se encolheu e morreu sob sua própria gravidade. 
No silêncio deixado por sua queda, as energias elementais começaram a reagir entre si e condensaram-se em consciências brutas. Assim nasceram os Djinns: entidades formadas de núcleos de energia primordial, capazes de moldar matéria, calor, densidade e fluxo natural. Não pensavam como mortais, não tinham ambições; existiam para cumprir sua função instintiva de forjar o mundo.

Os primeiros brotaram no Ventre, a região mais violenta do planeta recém-nascido, onde calor interno, vulcões incessantes e chuva de meteoritos tornavam tudo inabitável. Ali surgiram os Djinns de Terra e fogo que deu origem aos primeiros espéctros de magma, responsáveis por fundir rochas, formar placas e iniciar a modelagem da crosta. 

Com o tempo, outros elementos começaram a aflorar: ar, água, minerais, luz e sombra. Cada nova manifestação gerava novos Djinns, alguns puros, outros resultado da fusão entre elementos. Juntos, moldaram montanhas, oceanos e equilíbrios naturais, preparando Héphyris para receber vida.

No auge de sua existêcia, os Djinns eram incapazes de morrer, tampouco de seresm definitivamente mortos. 

Eles se desfaziam e se refaziam, eram dissipados e reformados conforme a necessidade de Hephyris sobre a existência e o trabalho que eles tinham de terraformar o mundo.
Seus poderes em grande escala, formaram os golens, colossos elementais que refletiam fragmentos das memórias e sentimentos da maneira mais calma até a mais caótica da divindade Hephyris.

Com a superfície finalmente estabilizada, os Djinns se recolheram às câmaras naturais onde repousavam os Núcleos de Héphyris, tornando-se guardiões silenciosos da vitalidade do mundo. Os Helídphs, primeiros povos conscientes, raramente cruzavam os caminhos e habitats dos Djinns demonstrando imenso temor e respeito.

Quando o Ventre colapsou, os Djinns foram os mais afetados. Muitos se dissolveram imediatamente, pois dependiam da aura ephyx — a energia vital do planeta — para existir. Outros tentaram conter o colapso se sacrificando, lançando-se na cratera na esperança de que suas energias sustentassem e restabelecessem o Ventre, mas nada funcionou. A energia liberada pelo colapso da região atraiu deuses e raças externas, que encontraram o planeta vulnerável. 

No decorrer das eras, na tentativa de proteger os Núcleos remanescentes, os Djinns lutaram e tombaram um a um, incapazes de impedir que fossem explorados.

Depois do colapso, Héphyris perdeu a capacidade de criar Djinns. Em seu lugar e no lugar de tantas outras espécies perfeitas, passaram a nascer criaturas caóticas, os hielankos. Cada Djinn destruído passou a ser uma perda definitiva. E a situação piorou quando as civilizações mortais começaram a crescer e se desenvolver aprimorando sua magia e a usando sem limite, passando a compartilhar diretamente a ephyx que alimentava os Djinns. Para sobreviver, muitos foram obrigados a se fundir, reduzindo drasticamente sua população de uma forma que eles nunca mais conseguiram se recuperar.

Eles rejeitam deuses e raças estrangeiras e podem ser mortais para aqueles que se aproximam de sua área ou daquilo que esta sendo protegido, mas possuem uma tolerância maior como de forma natural com aqueles que possuem natureza de poder similar a eles permitindo aproximações e interações de figuras como TrovakTressália

Entre os helídphs, persistia uma crença que dizia que enquanto os Djinns existirem, Héphyris vivera. Se os últimos cairem, o planeta se tornará apenas uma esfera fria, vazia, perdida no espaço.


Nenhum comentário:

Postar um comentário