Indivíduos que habitam Hephyris ou que passam por ele e conseguem sentir essa energia emanando dos elementos podem compactar o Ephyx em um único ponto e manipulá-lo, tornando-se capazes de utilizar a magia. A magia pura e primal provém dessa energia, podendo ser combinada com outras fontes secundárias para criar magia elemental, dependendo da compatibilidade do usuário.
A energia Ephyx emana de qualquer ser que atenda a uma das seguintes condições:
- Espécies nativas de Hephyris.
- Espécies híbridos, descendentes de nativos com seres de outros locais.
- Espécies que, por muitas gerações, utilizam recursos naturais do planeta para sobreviver.
No entanto, as raças superiores que se autodenominam "deuses" não emanam Ephyx, pois seus poderes e naturezas energéticas são originados de outras fontes. Esses seres podem drenar o Ephyx para ampliar seus poderes, mas sua energia original prevalece rapidamente, expulsando o Ephyx de seus corpos.
Os filhos de deuses estrangeiros, conhecidos por serem deuses nascidos em Hephyris, possuem uma natureza energética similar à dos pais, mas demoram mais para expelir o Ephyx drenado de seus corpos uma vez que já são mais aptos a ele. Já os semideuses, filhos de deuses com mortais, possuem um fluxo constante de Ephyx misturado com a energia de seus ancestrais divinos.
Da mesma forma, os ascendentes, mortais que se tornam deuses, se originário em Hephyris, seu poder é só ephyx, caso a fonte de sua ascensão seja estrangeira, os fluxos de Ephyx com sua energia original são combinados.
O besouro Beetari, que detecta energia, não da qualquer importância ao fluxo de ephyx, a espécie possui a habilidade de identificar diferentes níveis de energia estrangeira. Ele dá pouca importância aos mortais, detectando semideuses e ascendentes em baixa escala, deuses filhos de deuses em média escala e deuses em alta escala.

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