terça-feira, 5 de agosto de 2025

O Vampirismo 🩸🦇

- Início da 2ª Era, por volta de 4.900 a. R.

O vampirismo em Héphyris surgiu acidentalmente durante os primeiros ataques da raça vampirica de Vel’tahr às aldeias mortais, quando vítimas mordidas sobreviveram à drenagem de sangue. Inicialmente uma reação rara e letal, a doença evoluiu sendo suportada pelos organismos em que se alojava e se alastrou de forma incontrolada após a fuga de prisioneiros da cidadela vampírica Vaellamyr, tornando-se transmissível entre indivíduos contaminados.

Os infectados, procuram locais como florestas escuras e cavernas para sobreviver e mantêm sua aparência original até serem dominados pela fome ou se sentirem ameaçados, momento em que começam a se transformar: a pele empalidece, os sentidos se aguçam (visão noturna, reflexos, audição) e adquirem força sobre-humana. Alimentam-se exclusivamente de sangue e não toleram a luz solar.

Com um bom tempo, porém, variando de individuo para individuo e de raça para raça, alguns atingem a forma bestial final, com asas e traços monstruosos. Durante o dia, quando repousam, tornam-se vulneráveis à influência de Numens, entidades que podem corromper ainda mais sua mente enfraquecida.

Contaminados, quando não mortos e passíveis de captura, são enviados para Arentaya ou para o Arquipélago de Garráis, onde junto de licantropos, servem como armas de execução de prisioneiros e competidores em espetáculos de horrores e derramamento de sangue.

Apesar disso, existem casos raros de indivíduos que dominaram a maldição e controlam sua fome, forma e poderes, se tornando seres lendários que unem as habilidades dos Vel’tahr com a lucidez dos mortais, sendo a principal delas, a capacidade de manipular magias e feitiços de sangue (contidas no sangrímoro) e utilizar armas e ferramentas vampíricas com mais facilidade que qualquer individuo.

Um individuo que sobrevive a rara condição de ser contaminado pelo vampirismo e amaldiçoado pela licantropia, pode se tornar um Varcânis, uma besta hibrida temida pela sua fúria e sua sede de sangue e sofrimento.

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