domingo, 30 de março de 2025

Tariarddian 🏰🌾

- Iniciado na 4ª Era, por volta de 966 a. R.

Tariarddian era uma terra desconhecida e isolada até que no início da 4ª Era, foi descoberta no extremo nordeste do continente de Reggardian por uma frota de exploradores de Melliort, liderada por Kalazar, o explorador
A notícia chegou ao rei Hottis, de Melliort, que enviou seu filho mais novo, Príncipe Heron, junto de nobres herdeiros das casas de seus reinos, suas famílias e seus funcionários para colonizar a região...

Heron fundou um porto e iniciou a construção de uma fortaleza que, com o tempo, se tornaria a capital.

Para consolidar o domínio, ele dividiu as terras entre os nobres, nomeando-os duques, enquanto as famílias de camponeses que os acompanhavam trabalhavam em troca de moradia e segurança em suas terras.

Apesar de fazer fronteira com as terras nortenhas congeladas, a oeste fica a misteriosa floresta Hortalgan, cenários que criam um clima temperado e totalmente cooperativo com a produtividade da terra. A fertilidade do solo fez de Tariarddian um polo agrícola e agropecuário, produzindo grãos, frutas, ervas, verduras de qualidade superior numa velocidade maior que o normal e animais fortes e saudáveis. No entanto, logo perceberam uma planta incomum, cujos frutos pequenos, alaranjados e brilhantes, brotavam espontaneamente entre as lavouras. Mesmo quando arrancadas, as plantas renasciam no mesmo local. Intrigados, os nobres chamaram estudiosos em magia e alquimia, que descobriram que Tariarddian abrigava a última raiz viva de Druantia, conectando diretamente o núcleo de Héphyris à superfície. E era dessa raiz, que o fruto exclusivo da região brotava por sobre a terra permanecendo sempre fixo em determinados pontos de algumas das propriedades sendo incultiváveis em qualquer outra coordenada daquelas terras ou do mundo.

Com o tempo, a Drulla, como o fruto passou a ser chamado, revelou-se uma valiosa fonte de energia. Sua polpa líquida, seus núcleos moídos e até sua estrutura inteira eram utilizadas para criar baterias para armas mágicas, elixires raros e outros produtos exclusivos. Cada duque controlava sua própria produção e comercializava a Drulla a preços elevados, tornando-a uma mercadoria de luxo e difícil acesso, com exportações limitadas devido a baixa produção, ao consumo próprio e frotas marítimas e aéreas arriscadas, oque podia gerar longos períodos de espera.

A capital de Tariarddian é uma cidade fortificada, construída em pedra e madeira, com um castelo central de telhas de cerâmica e uma grande praça de mercado. Os nobres, nomeados duques, vivem em suas terras, em mansões e pequenos castelos de pedra, com cercas de madeira ou pedra, enquanto os camponeses habitam casas de madeira com telhados de colmo. 

Apesar de sua prosperidade, Tariarddian é alvo de conflitos internos e externos—rivalidades entre duques, contrabandistas tentando lucrar com a Drulla e reinos estrangeiros cobiçando seu controle. Para manter a ordem, a vigilância da capital sobre a produção e comércio da fruta é rígida, e qualquer tentativa de sonegação ou tráfico ilegal é punida com severidade.

Assim, Tariarddian se mantém como uma terra de oportunidades e intrigas, onde a riqueza de seu solo é ao mesmo tempo sua maior bênção e sua maior maldição.

Seu estandarte possui o formato de um escudo onde no meio há a pintura de uma Drulla cercada de seus próprios ramos e folhagens.




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