domingo, 23 de junho de 2024

Glaadóra, a lâmina consciente 🗡️⚡

- 2ª Era, 4.966 a. R.

Glaadóra é o fragmento sobrevivente de uma divindade desconhecida, alojado em uma espada que pertenceu ao herói que a derrotou. Após a batalha, seu resquício vivo enraizou-se na arma e controlou seu antigo oponente, transformando-o em escravo. Durante a 2ª Era, ela usou seu servo para atravessar um portal e chegar a Héphyris, onde foi fincada no topo de uma montanha. O herói, completamente consumido, virou cinzas ao soltá-la.

Incapaz de se mover ou falar sozinha, Glaadóra depende de possuir quem a empunhar, tornando-o seu receptáculo. O processo é mortal: o indivíduo perde a vida ao segurá-la, transformando-se em uma casca enraizada por vasos sanguíneos que permitem à divindade controlar seu corpo. Assim que a conexão é rompida — por vontade dela ou amputação — o receptáculo desaparece em cinzas.

A cada receptáculo utilizado ou inimigo morto, Glaadóra absorve habilidades e força, acumulando poder que pode ser transferido para futuros servos. Fora de um receptáculo, ela se comunica por meio da linguagem Silétra, projetando imagens e escritas de energia no ar.

Com o tempo, na posse de papiros e transcritos do Sangrímoro, Glaadóra se aperfeiçoou e criou uma vasta seita de magos de sangue e seguidores fanáticos que oferecem suas vidas para se tornarem receptáculos ou soldados em seu nome. Expandindo seu alcance, a divindade desenvolveu a habilidade de ramificar suas veias sanguíneas em outras armas, conferindo poder descomunal a seus exércitos e consolidando seu domínio.

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